"Estou tranquilo com tudo isso que estão falando. Já estou há tanto tempo no futebol, essa não vai ser a primeira e nem a última crise. Não vejo nada de anormal. Estou acostumado com tudo isso e não vou mudar meu comportamento por conta do que andam falando", disse Luxa, que ainda comparou o caso de outros treinadores que já sofreram pressão no cargo.
"Isso aconteceu agora com o Felipão no Palmeiras, comigo aqui no Flamengo, com o Celso Roth quando estava no Grêmio. O próprio Abel, que está bem hoje, foi questionado quando chegou ao Fluminense. Isso não me assusta, já pertence ao nosso meio. O que eu tenho que me preocupar agora é com o jogo de amanhã (quarta-feira). Não posso desviar a atenção no momento. Não estou imaginando o que vai acontecer depois", salientou o técnico do Flamengo.
Visivelmente procurando colocar "panos quentes" na crise, Vanderlei ainda disse que o clima dentro do grupo é o melhor possível, mesmo com todas as evidências provando o contrário. "As coisas que estão sendo passadas não tem nada a ver com o ambiente que estamos vivendo aqui. Está tudo tranquilo, em clima de alegria. O ambiente é muito bom", afirmou Luxemburgo.
Ainda que tente minimizar a crise, o momento de Vanderlei não é nada tranquilo no Flamengo. Internamente, nos bastidores do clube, já há quem diga que nem mesmo a classificação diante do Real Potosí, pela Libertadores, seria capaz de garantir a manutenção do treinador no comando do rubro-negro. Sem falar a mesma língua da diretoria há um bom tempo, a saída do técnico é tratada como uma questão de tempo.
Fonte: UOL // Clique Aqui






























0 comentários:
Postar um comentário