“Eu olho tudo sempre, mas eu o trouxe, e é claro que eu quero que fique. Não só pelo jogador, mas pela pessoa bacana que ele é. Foi um grande negócio”, afirmou a dirigente.
Segundo Patricia, ir para a Libertadores seria motivo de orgulho. Ela nega que a vaga seja uma obrigação. A presidente, porém, revela que a meta, se alcançada, mudará o horizonte do clube para 2012, seu último ano de mandato.
“Não é determinante para patrocínios e manutenção de jogadores, mas é uma outra realidade”, completou Patricia.
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Fonte:MarcaBrasil.com





























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